Seja meu padrinho!

 

O Ler Antes de Morrer precisa de padrinhos.

 

 


Conheça a campanha do Ler Antes de Morrer no Padrim:
https://www.padrim.com.br/lerantesdemorrer


 

O projeto começou em 2011.

No começo, ele era só um blog onde eu, então estudante de jornalismo, praticava redação e resenhava os livros que eu tinha que ler para a Faculdade. A brincadeira era tentar ler e resenhar 1001 livros antes de morrer – e daí o nome.

Mas uma revolução aconteceu em 2015: migrei para o YouTube e comecei a alcançar muito mais gente. O sucesso me levou a criar uma frequência semanal de publicações, escrever roteiros, encomendar vinhetas, imaginar novos quadros, desenhar banners e fazer tudo mais que tinha direito.

Enfim, o negócio se profissionalizou. E, aos pouquinhos, começou a atrair a atenção das pessoas por aí. Afinal, não é em todo lugar que a gente acha conteúdo sobre literatura com qualidade e bom humor, não é verdade? Só o que nos falta (talvez) é modéstia 😀

 

Hoje, a comunidade Ler Antes de Morrer já tem mais de 100 mil leitores.

Somando o canal do YouTube e os seguidores das redes sociais, já somos cerca de 110 mil internautas apaixonadas por literatura. São pessoas de todas as idades, homens e mulheres, que ainda estão estudando ou que já se formaram…

E ainda há quem diga que não existe vida inteligente na internet brasileira, não é?

 

Mas, para continuar existindo, é preciso apoio.

Atualmente, o Ler Antes de Morrer se sustenta de três formas:

1) Parceria com livrarias, como a Amazon (Entendeu agora por que eu sempre insisto para comprar livros usando links que eu deixo na descrição dos vídeos? Isso garante uma pequena comissão para o canal)

2) Palestras em escolas ou empresas, mas não são muito frequentes.

3) Merchandisings (os famosos publieditoriais). Infelizmente, não são muitos, já que o mercado editorial brasileiro não é exatamente multimilionário…

 

Dá para manter o canal? Sim, mas com dificuldade.

Por isso, eu estou aqui no Padrim para abrir uma 4ª fonte de renda: o financiamento continuado.

A ideia não é ficar rica às custas dos leitores, evidentemente. É conseguir mais uma via de financiamento que permita investir mais no crescimento do canal, contratando um editor de vídeos, por exemplo. Meu sonho é ter mais tempo para ler mais livros e produzir mais conteúdo de qualidade!

 

Então, se você acredita neste Projeto, colabore!

Já são mais de dois anos incentivando o hábito da leitura na internet brasileira, e eu ainda tenho energia para continuar este trabalho por mais muitos e muitos anos.

Toda ajuda (não importa quanto) é bem-vinda. E você ainda ganha recompensas!

Dá uma olhada nas nossas metas e recompensas e, se o seu coraçãozinho achar que é uma causa justa, ajude.

E qualquer dúvida, é só falar comigo! Eu sempre leio e respondo tudo o que chega no e-mail do Ler Antes de Morrer: comercial@lerantesdemorrer.com

 

Armadilha do Tempo, de Franscisco Scattolin (Vitrine)

 

O protagonista de “Armadilha do Tempo”, de Francisco Scattolin, é um homem sem nome.

Quer dizer, ele deve ter um nome, mas a gente não sabe qual é, assim como não sabemos a profissão ou a aparência física. Só que a gente sabe é que ele tem quase trinta anos e que acabou de se mudar para seu primeiro apartamento em São Paulo.

 

 


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Era uma grande o oportunidade: o preço estava ótimo (o dono do imóvel parecia muito ansioso para vendê-lo), a localização era perfeita. Foi paixão à primeira vista.

Mas, já nos primeiros meses na casa nova, nosso herói começou a sentir o poder daquele lugar. Alguma atração irresistível faz com que ele não queira estar em mais nenhum outro lugar no mundo. É como se o apartamento tivesse energia própria, absorvesse o dono e deixasse todo o resto do mundo do lado de fora.

Até que um belo dia, quando ele sai para trabalhar, vem o choque.

Carros antigos, penteados repicados, mulheres usando roupas com ombreiras. Demora um pouquinho para cair a ficha, mas quando ele vê que o prédio comercial onde ele trabalhava não está mais onde deveria estar, a verdade despenca com tudo sobre sua cabeça: ele está de volta aos anos 1980.

Um estranho arranjo faz com que ele viaje para o passado toda vez que sai de casa. Dentro do apartamento, ainda é os anos 2000: o celular funciona, a internet está rápida, o telefone consegue ligar para todos os conhecidos.

Mas, do lado de fora, o Brasil ainda não era tetracampeão de futebol e ninguém nunca tinha ouvido falar em Plano Real.

O que fazer? Sem família, sem amigos (que, àquela altura, ainda eram crianças…), sem documentos válidos, o protagonista vai enfrentar um desafio atrás do outro. Por que isso aconteceu? Como sobreviver em um tempo que não é seu?

 

Livro nº 111: Guerra e Paz, de Liev Tolstói

 

Como resenhar um livro de duas mil e quinhentas páginas em apenas alguns minutos?

Apesar de custar caro, apesar de demorar um tempão para ler e apesar de pesar muito nos ombros quando a gente leva na mochila, Guerra e Paz (Liev Tolstói / 1869) é daquelas obras que, se você tivesse que escolher um único livro ler antes de morrer, poderia ser este.

 

 


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Primeiro, pela razão mais importante: ele é muito bem escrito. Liev Tolstói escreve com um estilo irônico e bem humorado. É sofisticado sem ser incompreensível.

Assim como outros gênios da literatura do século XIX, como Charles Dickens ou Machado de Assis, ele tinha pleno domínio da linguagem e conseguia criticar a sociedade do seu tempo sem parecer “subversivo”. É um texto inteligente, que dá prazer de ler.

 

Retrato de Liev Tolstói por volta de 1872.

 

Além disso, Guerra e Paz tem uma diversidade enorme de personagens e temáticas, que praticamente englobam todos os temas dos romances da época.

Primeiro, o tema óbvio: a guerra. Todo a obra gira em torno das guerras que Napoleão Bonaparte travou contra o exército russo, chegando inclusive a invadir o país, entre 1805 e 1812.

Além disso, Tolstói explora muito bem outros grandes temas, como sociedade, política, economia e religião. E também fala sobre temas da vida particular dos seus personagens. Aqui entram as tramas de amor, traição, amizade, família, adultério, sexo, ambição, entre outros.

 

Elenco da série “Guerra e Paz” (BBC / 2016).

 

Guerra e Paz é uma complexa mistura de ficção com História. São centenas de personagens; algumas, personalidades que fizeram parte da História: Generais do exército russo, o tsar Alexandre I e até mesmo o próprio Napoleão Bonaparte.

Tolstói se sente à vontade para mergulhar no íntimo dessas grandes figuras e mostrar que eles também eram cheias de fraquezas. É uma coisa que poucos escritores se atrevem a fazer, ainda mais com tanta naturalidade.

Mas, longe de ser apenas uma crônica histórica, o livro ainda tem uma complexa rede de personagens ficcionais. São membros da aristocracia russa que participam de intrincados enredos na disputa pelo amor, pela influência e pelo poder.

Ágeis e surpreendentes, as tramas de Guerra e Paz nos emocionam e fazem pensar – daquele jeito que só as grandes obras conseguem fazer.

Então, se você só tivesse que ler um livro na vida, que seja este. Eu garanto que ele pode valer por uma biblioteca inteira.

 

Primeiro Book Haul de 2017

 

Vamos ao primeiro Book Haul do ano!

Hoje, eu vou mostrar todos os livros que chegaram na minha caixa de correio (presentes dos outros e também várias comprinhas minhas…) nos meses de dezembro do ano passado e nas primeiras semanas de janeiro.

Ficou curioso? Então confira!

 

 


Gostou das novidades? Compre na Amazon e ajude a financiar o canal:
– Livro da Literatura
O príncipe, de Nicolau Maquiavel
Uma breve história do tempo, de Stephen Hawking
Um conto de Duas Cidades, de Charles Dickens
A Sétima Ceia, de Kerry Drewery
Os Budenbrook, de Thomas Mann
Morte em Veneza / Tonio Kroger, de Thomas Mann
A Rainha Margot, de Alexandre Dumas
Ficções, de Jorge Luis Borges
A Gata, um Homem e Duas Mulheres, de Jun’Ichiro Tanizaki


 

Livro nº 111: Guerra e Paz, de Leon Tolstói (parte I)

 

Um livro de peso. Mais especificamente, 1,9 quilos!

Guerra e Paz, de Liev Tolstói, é um dos maiores clássicos da literatura mundial, tanto em importância, quanto em quantidade de páginas – são aproximadamente 2500.

Eu reservei as minhas férias de fim de ano para encarar este desafio, achando que quatro semanas de folga na praia seriam mais do que suficientes para ler tudo.

 

 


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Que ingenuidade a minha. Logo ficou claro que eu teria que levar meu ritmo de leitura à velocidade máxima, senão não ia dar conta.

Li o livro na barraca da praia, na cadeira da piscina, no colchonete no chão da sala. Emendei maratonas de leitura que começavam as 5 da tarde e terminavam às 3 horas da manhã. Mas, se eu disser que foi um sofrimento, estarei mentindo.

Eu já tinha lido outros livros longos e antigos, como o primeiro volume de Dom Quixote, e em vários momentos senti bastante tédio. Isso não aconteceu com Guerra e Paz:  achei o texto saboroso, a história envolvente e os personagens, muito carismáticos.

Decidi gravar dois vídeos para compartilhar com vocês a minha experiência de leitura. No vídeo de hoje, eu vou ensinar dicas para ler Guerra e Paz de um jeito um pouco mais fácil, sem se confundir com os nomes russos.

E, na sexta-feira da semana que vem (dia 28/01), eu trago a resenha completa, com análise da história e dos personagens.

Até lá!

 

Melhores Livros de 2016 (+ Resultado do Sorteio)

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Estou de volta!

Neste vídeo de retorno das minhas férias, trouxe muita coisa legal para vocês… Veja o vídeo completo ou pule para a parte que você preferir:

  • Nova Identidade Visual do canal – 0:38
  • Retrospectiva 2016 – 01:58
  • Os 5 melhores livros do ano – 06:44
  • Resultado do Sorteio do livro Dois Irmãos – 10:08

 

 


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O Evangelho Segundo Jesus Cristo, José Saramago
O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde
A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, Martha Batalha
O Papel de Parede Amarelo, Charlotte Gilman
Um Jogador, Fiódor Dostoiéviski